Diabetes Tipo 2

Embora não se saiba o que causa o Diabetes Tipo 2, sabe-se que neste caso, o fator hereditário tem uma importância bem maior do que no Diabetes Tipo 1.

Também existe uma conexão entre a obesidade e o Diabetes Tipo 2, embora a obesidade não leve, necessariamente ao diabetes.

O Diabetes Tipo 2 é um distúrbio comum, afetando de 2% à10% da população.

Todos os diabéticos tipo 2 produzem insulina quando diagnosticados e, a maioria, continuará produzindo insulina pelo resto de suas vidas.

O principal motivo que faz com que os níveis de glicose no sangue permaneçam altos está na incapacidade das células musculares e adiposas de usar toda a insulina secretada pelo pâncreas. Assim, muito pouco da glicose presente no sangue é aproveitado por estas células. Esta ação reduzida de insulina é chamada de “resistência insulínica”.

Os sintomas do diabetes tipo 2 são menos pronunciados e esta é a razão para considerar este tipo de diabetes mais “brando” que o Tipo 1.

O Diabetes Tipo 2 deve ser levado a sério, embora seus sintomas possam permanecer desapercebidos por muito tempo, pondo em sério risco a saúde do indivíduo.

Causa: O organismo produz insulina, mas, por um defeito genético as células são resistentes a sua ação. É como se não ‘reconhecessem” o hormônio, o que as impede de aproveitar a glicose.

Pacientes: Normalmente pessoas acima dos 40 anos, com parentes próximos que tenham a doença ou estejam acima do peso. O diabetes pode ser acompanhado, ainda, por pressão alta e aumento dos níveis de colesterol e triglicérides no sangue. As dosagens de ácido úrico e insulina também costumam ser nos primeiros tempos da doença.

Sintomas: É comum não haver sintomas na fase inicial, e a maioria dos pacientes só descobre a doença ao fazer um teste de glicemia ou quando surgem as complicações.

Tratamento: Nesses casos, o controle do diabetes se baseia em uma alimentação saudável e na prática de exercícios físicos, além do uso de medicamentos que contribuem para a redução do nível de açúcar no sangue. Na fase mais avançada, uma parte dos pacientes pode ter que usar a insulina.

Prevenção: Apesar dos fatores genéticos, é possível combater o risco do diabetes tipo 2 levando uma vida saudável. Os médicos recomendam manter o peso ideal, ter uma alimentação balanceada e evitar o sedentarismo.